AQUARIUS

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Assisti recentemente ao aclamado, criticado e elogiado filme “Aquarius”, dirigido pelo cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho e estrelado por Sonia Braga.
Eu achei o filme lindíssimo, enredo bem elaborado, fotografia limpa, trilha sonora incrível e integrada com a caracterização da personagem principal que ama a nossa chamada MPB, cenários deslumbrante das prais pernambucanas, Sonia Braga numa atuação incrível, contida e intensa ao mesmo tempo.

Me identifiquei muito com o filme cujo início se dá nos anos 80, época em que morei no Recife, especificamente em Boa Viagem, onde o filme se passa.

Acho que o assunto abordado no filme, a especulação imobiliária, é muito pertinente e atual, cai como uma luva ao  retratar a solidão e resistência de uma mulher de 60 e tantos anos que luta para manter seu apartamento e suas lembranças em um edifício que já foi todo vendido para uma grande construtora, em que se observa a ganância do poderio econômico insistindo em destruir e reformar esses apartamentos de valor histórico para vender mais caro.

O filme ficou mais famoso pela polêmica que gerou no festival de Cannes 2016, quando seu elenco protestou no tapete vermelho do Festival, denunciando um suposto golpe que estava acontecendo no Brasil, no caso o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef.

Adorei o filme!!!!

Especial Clube de Leitura: O que vem por aí

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Nestes quase cinco anos de Clube de Leitura “Ler É Viver”, o grupo já fez de tudo: leu 35 livros, prestigiou eventos, desdobrou-se em Clube do Filme e Clube de Leitura Jovem, viu integrantes lançarem seus próprios livros e, ainda, foi o embrião da FLIS – Festa Literária de Ilha Solteira. E muitas coisas mais devem vir! O Clube já organiza sua agenda para 2017, trazendo novas atividades na área da literatura.
As reuniões mensais continuam, normalmente no final de cada mês. Amanhã, dia 21, a partir das 17 horas, na Praça de Alimentação do Ilha Shopping, acontece a primeira reunião do ano, na qual será debatido o livro “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, de Moacyr Scliar. No livro, uma mulher de hoje, ajudada por um ex-historiador que se converteu em “terapeuta de vidas passadas”, descobre que no século X antes de Cristo foi uma das setecentas esposas do rei Salomão – a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade – e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso.
As próximas reuniões ainda não têm data, já que elas são definidas sempre entre o grupo na reunião anterior. Mas o Clube de Leitura já definiu os dois próximos livros que serão lidos e comentados pelos participantes. O livro seguinte será “Enclausurado”, de Ian McEwan. O livro é narrado por um feto que, enclausurado na barriga da mãe, escuta os planos da progenitora para, em conluio com seu amante – que é também tio do bebê -, assassinar o marido.
Na sequência, será lido o livro “Mar Morto”, um clássico de Jorge Amado. Escrito em 1936, quando o autor tinha apenas 24 anos, “Mar Morto” conta as histórias da beira do cais da Bahia, como diz Jorge Amado na frase que abre o livro. E a frase é uma verdadeira carta de intenções. Nenhum outro livro sintetizou tão bem o mundo pulsante do cais de Salvador, com a rica mitologia que gira em torno de Iemanjá, a rainha do mar. Personagens como o jovem mestre de saveiro Guma parecem prisioneiros de um destino traçado há muitas gerações: o dos homens que saem para o mar e que um dia serão levados por Iemanjá, deixando mulher e filhos a esperar, resignados. Mas nesse mundo aparentemente parado no tempo há forças transformadoras em gestação. O médico Rodrigo e a professora Dulce, não por acaso dois forasteiros, procuram despertar a consciência da gente do cais contra o marasmo e a opressão.
Além das tradicionais reuniões, o Clube de Leitura pretende continuar atuando em ações paralelas. A ideia é retomar, ao longo de 2017, os “filhotes” do Clube, o Clube do Filme e Clube de Leitura Jovem. Além deles, ainda há um projeto de um terceiro “filho”, o Clube de Leitura Clássicos, com a intenção de ajudar os vestibulandos. Promete! Também está nos planos a quarta edição da FLIS – Festa Literária de Ilha Solteira, com novas oficinas, shows musicais, apresentações teatrais e muita diversão! E vale lembrar que no próximo mês de julho, o Clube de Leitura “Ler É Viver” completa cinco anos de existência, e a data não deve passar em branco. A ideia é fazer um encontro muito especial, reunindo todo mundo que já passou pelo Clube. Vai ser incrível!
Clube de Leitura em 2012
Clube de Leitura em 2016

Especial Clube de Leitura: Projetos e ações especiais

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FLIS: Festa Literária de Ilha Solteira foi idealizada no Clube de Leitura
Não seria nenhum exagero dizer que o Clube de Leitura “Ler É Viver” ajudou a modificar, consideravelmente, o cenário da literatura na cidade de Ilha Solteira. As reuniões do Clube serviram para unir pessoas que gostam dos livros e, a partir daí, foram feitas importantes parcerias, que culminaram em outras ações culturais, mexendo com o cenário cultural da cidade.
Entre as muitas ações culturais que surgiram a partir do Clube de Leitura, estão os “filhotes” do Clube: o Clube do Filme e o Clube de Leitura Jovem. No primeiro, amantes do cinema passaram a se reunir esporadicamente para assistir a um filme e, em seguida, conversar sobre ele. O Clube do Filme começou com a exibição de “Tudo Pode Dar Certo”, de Woody Allen, no Cine Paiaguás e, depois, outras reuniões foram realizadas na Escola Arno Hausser, dentro do projeto Escola da Família. Mais tarde, o Clube do Filme foi integrado às ações do Ponto Jovem, projeto cultural desenvolvido pelo produtor e estudante Evandro Leroes. O princípio se manteve, e o Clube do Filme passou a ser frequentado por adolescentes, que sugeriam filmes, assistiam e promoviam debates sobre eles.
Clube do Filme: o primeiro “filhote” do Clube de Leitura
No Clube do Filme, muitos filmes foram vistos e debatidos
Jovens se reuniram em tardes de domingo para uma sessão de cinema
O Ponto Jovem, aliás, também foi o responsável por outro “filhote” do Clube de Leitura, o Clube de Leitura Jovem. O produtor Evandro Leroes passou a reunir adolescentes para conversar sobre livros que interessavam a eles, expandindo o universo do Clube e agregando um público que o Clube tradicional não contemplava. Atualmente, tanto o Clube do Filme quanto o Clube de Leitura Jovem estão em pausa, mas há planos de retomá-los em breve.
Clube de Leitura Jovem: outro desdobramento do Clube
Adolescentes leram muitos livros no Clube Jovem
O Clube de Leitura “Ler É Viver” também foi a origem de um grande evento literário que, aos poucos, começa a deixar a sua marca no calendário oficial de eventos de Ilha Solteira. Trata-se da FLIS, Festa Literária de Ilha Solteira, que já emplacou três edições com muitas atrações. As duas primeiras edições da FLIS contaram com uma programação que ocupou o Cine Paiaguás, a Praça dos Paiaguás e a Biblioteca Municipal Assis Chateaubriand. Foram shows, saraus, exibição de filmes, apresentações de teatro, palestras e oficinas, além de uma feira de livros organizada pela Livraria Cabana. Uma das atrações foi o escritor João Silvério Trevisan, autor de “O Rei do Cheiro” e “Ana em Veneza”, que falou a todos sobre seu processo criativo. Já a 3ª edição da FLIS teve um formato diferente, toda realizada na Biblioteca, mas também contou com boa adesão dos munícipes e envolvimento das escolas de Ilha Solteira. E vale lembrar que o Clube de Leitura realizou reuniões dentro da programação das três edições da FLIS: na primeira, em 2013, a conversa foi sobre “Morte Súbita”, de J. K. Rowling; na segunda, em 2014, o papo foi sobre “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez; e na terceira, em 2016, o grupo debateu poesias do livro “A Teus Pés”, de Ana Cristina Cesar.
A FLIS promoveu bate-papos com escritores de Ilha Solteira
O escritor João Silvério Trevisan participou da 2ª FLIS, em 2014
 
A Livraria Cabana promoveu uma Feira de Livros na FLIS
O escritor Reynaldo Bessa ministrou oficina na 1ª FLIS
Os atores Paulo Jordão e Melissa Nascimento também participaram da FLIS
 
Clube de Leitura promoveu encontro especial na FLIS 2014
 
Além disso, o Clube de Leitura também participou e apoiou outros eventos e ações. Seus integrantes participaram com muita regularidade do Sarau dos Amigos, realizado entre 2015 e 2016 na Praça dos Paiaguás. Isso sem falar nos integrantes do Clube que resolveram se aventurar pelas letras e lançaram seus próprios livros. A professora Marimar Souza lançou suas obras “Viver É Poetizar”, “Viver É Poetizar – Memórias” e a Coleção “Bichos Espertos”, cujos eventos de lançamento foram prestigiados pelos participantes do Clube. A professora Maria Ivanilda também contou com a presença do Clube no lançamento de seu livro “Do Abismo ao Paraíso”. E o jornalista André Santana lançou seu livro “Tele-Visão: A Televisão Brasileira em 10 Anos” em uma das reuniões do Clube de Leitura.
O Sarau dos Amigos também contou com a presença do Clube de Leitura
 
Marimar Souza, membro do Clube, já lançou vários livros
Maria Ivanilda lançou o livro “Do Abismo ao Paraíso”
Como se vê, as atividades do Clube de Leitura “Ler É Viver” não se resumem, apenas, aos encontros para tratar de obras literárias. Muitos projetos e ações nascem a partir dos encontros do Clube. E muitos mais virão, sem dúvidas!
Luau de encerramento FLIS 2014
Luau de encerramento FLIS 2014

Especial Clube de Leitura: Leituras e encontros memoráveis

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“Os Catadores de Conchas”: uma unanimidade no Clube de Leitura!

Neste sábado, 21, o Clube de Leitura “Ler É Viver” volta a se encontrar para conversar sobre “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, de Moacyr Scliar. Trata-se do 35º livro lido pelo grupo. Ou seja, lá se vão 35 obras literárias, de autores nacionais e internacionais, que vão dos clássicos ao pop, de romances a reportagens, nos mais variados gêneros narrativos. Todas estas obras embalaram conversas deliciosas, que renderam assuntos que ultrapassaram as páginas dos livros e foram projetados para a vida real de cada um dos participantes do grupo. Na prática, as leituras compartilhadas do Clube de Leitura tornaram-se o mote de debates, que foram enriquecidos com o compartilhamento das experiências pessoais de cada membro.

Com “Orgulho e Preconceito”, por exemplo, os membros do Clube de Leitura tiveram a chance de debater sobre os costumes de uma época, que já não fazem tanto sentido no dia de hoje. Assim, a obra de Jane Austen rendeu uma grande conversa sobre o machismo e o papel da mulher na sociedade.

“Os Cem Melhores Contos”: Clube vai às ruas pela primeira vez
 

Outra leitura marcante foi “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”, organizado por Italo Moriconi. Foi a primeira vez que o grupo leu um livro que não era um romance. A proposta da mediadora Edilva Bandeira era que cada membro do grupo escolhesse um conto e comentasse o texto na reunião. Reunião esta que, pela primeira vez, foi realizada fora da Biblioteca Municipal Assis Chateaubriand. No intuito de ser uma confraternização de fim de ano, o encontro foi realizado no Restaurante Via Sul, e a conversa rendeu tanto que foi noite adentro. Um dos mais descontraídos da história do Clube!

Já “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, rendeu uma sessão de cinema no Clube de Leitura. Os participantes do encontro não só trocaram impressões acerca do livro, como assistiram, juntos, ao longa-metragem baseado na obra, protagonizado por Isabelle Huppert e Jean-François Balmer. A experiência se repetiu com “As Vantagens de Ser Invisível”, de Stephen Chbosky, que rendeu uma reunião para falar sobre a obra, na Padaria Ki-Pão, e nova sessão de cinema, na Escola Arno Hausser, como parte do projeto Clube do Filme.

“Inferno”: debate acalorado
Há também livros que renderam debates quentes, com muita polêmica e opiniões discordantes sendo confrontadas pelos participantes. Foi assim com “Caim”, de José Saramago, e “Inferno”, de Dan Brown, que se desdobrou num debate religioso interessantíssimo. Já a política foi o mote das reuniões que trataram de “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, e “Quarto de Despejo”, de Maria Carolina de Jesus. Esta última atraiu não apenas membros habituais, como também muitos participantes convidados, o que tornou a conversa ainda mais plural. Também rendeu muito o debate sobre “A Casa do Céu”, de Amanda Lindhout e Sarah Corbett. O relato da jornalista que foi sequestrada na Somália tocou a todos, e foi o mote para uma importante conversa sobre a terrível “cultura do estupro”, que teima em persistir na nossa sociedade.

“Quarto de Despejo”: um debate político e social
Por fim, temos que lembrar das leituras que ganharam os corações dos participantes do Clube de Leitura, tornando-se verdadeiras unanimidades: “A Sombra do Vento”, de Carlos Ruiz Zafón, e “Os Catadores de Conchas”, de Rosamunde Pilcher. A história do menino Daniel, que descobre a fabulosa Biblioteca dos Livros Esquecidos e passa a investigar os mistérios que envolvem o escritor Julian Carax deixaram o Clube sem fôlego. Já a história de vida de Penelope Keeling, que amou intensamente na juventude e tem um olhar peculiar sobre a existência humana, emocionou. Todos se tornaram amigos e cúmplices da adorável Penelope e reverenciaram a narrativa tocante de Rosamunde Pilcher.

“A Sombra do Vento”: a literatura homenageando a literatura
E estas foram apenas algumas das mais marcantes leituras do “Ler É Viver”. E muitas outras virão!

Especial Clube de Leitura: Aos cinco anos, grupo deve ultrapassar a marca dos 40 livros lidos

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O Clube de Leitura “Ler É Viver” foi criado em julho de 2012. Ou seja, neste ano, a ação fará cinco anos e deverá ultrapassar a marca dos 40 livros lidos. São importantes números, que mostram que o Clube de Leitura é uma ação cultural vitoriosa, que já mobilizou diversos ilhenses em prol da literatura. Afinal, quem não gosta de uma boa conversa com amigos, regada a café e livros?
O Clube de Leitura “Ler É Viver” nasceu a partir de um desdobramento da oficina literária “A Importância dos Clássicos na Formação Humana”, ministrada por Edilva Bandeira, Mestra em Estudos Literários, e parte do Projeto Paiaguás Oficinas Culturais, desenvolvido pelo Departamento Municipal de Cultura de Ilha Solteira. Durante a oficina, os participantes comentaram como seria interessante se houvesse um grupo que se encontrasse sempre para discutir livros. Edilva levou a ideia adiante, ao lado da produtora cultural Fabiana Alves e do jornalista André Santana, funcionários do Departamento de Cultura, deu início ao Clube de Leitura.
A primeira reunião aconteceu em julho de 2012, na Biblioteca Municipal Assis Chateaubriand, e contou com a participação de diversos participantes da oficina de Literatura e outros convidados. Na ocasião, os presentes assistiram, juntos, ao filme “O Clube de Leitura de Jane Austen”. Logo depois do filme, os participantes sugeriram que Jane Austen deveria ser a primeira autora a ser discutida no Clube, e “Orgulho e Preconceito” foi o livro escolhido para o início dos trabalhos do grupo. De lá para cá, as reuniões passaram a acontecer esporadicamente, normalmente uma vez ao mês, na Biblioteca Municipal Assis Chateaubriand. Mais tarde, o grupo passou a se encontrar em outros pontos da cidade e, atualmente, os encontros acontecem na Praça de Alimentação do Ilha Shopping, onde os membros podem tomar um café enquanto conversam sobre os livros lidos.
Os livros lidos pelo grupo ao longo destes anos foram: “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen; “O Pacto”, de Joe Hill; “Terras do Sem-Fim”, de Jorge Amado; “Os 100 Melhores Contos”; “A Batalha do Apocalipse”, de Eduardo Spohr; “Morte Súbita”, de J. K. Rowling; “As Melhores Poesias”; “Geração Zero Zero”; “O Silêncio das Montanhas”, de Khaled Hosseini; “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert; “São Bernardo”, de Graciliano Ramos; “Caim”, de José Saramago; “Inferno”, de Dan Brown; “A Sombra do Vento”, de Carlos Ruiz Zafón; “Os Catadores de Conchas”, de Rosamunde Pilcher; “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez; “As Vantagens de Ser Invisível”, de Stephen Chbosky; “O Oceano no Fim do Caminho”, de Neil Gaiman; “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell; “Perto do Coração Selvagem”, de Clarice Lispector; “Quarto de Despejo”, de Maria Carolina de Jesus; “Viva a Música!”, de Andrés Caicedo; “Assassin’s Creed – A Cruzada Secreta”, de Anton Gill; “Geração 90”; “1984”, de Goerge Orwel; “As Meninas”, de Lygia Fagundes Teles; “Um Ano”, de Juan Emar; “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry; “Assim Falou Zaratustra”, de Friedrich Nietzsche; “As Luzes de Setembro”, de Carlos Ruiz Zafón; “A Casa do Céu”, de Amanda Lindhout e Sarah Corbett; “A Garota no Trem”, de Paula Hawkins; “A Teus Pés”, de Ana Cristina Cesar; e “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman.
Neste sábado, 21, o Clube se reúne novamente para conversar sobre sua 35ª leitura, o livro “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, de Moacyr Scliar. E as próximas duas leituras já estão escolhidas. São elas: “Enclausurado”, de Ian McEwan, e “Mar Morto”, de Jorge Amado.

Especial Clube de Leitura: Membros se reúnem neste sábado para discutir seu 35º livro

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Neste sábado, 21, a partir das 17 horas, no Ilha Shopping, os membros do Clube de Leitura “Ler É Viver” se reúnem para discutir o livro “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, de Moacyr Scliar, com mediação de Edilva Bandeira, Mestra em Estudos Literários. A obra é o 35º livro lido e discutido no Clube, que foi fundado em julho de 2012 e, desde então, se reúne esporadicamente para falar de literatura. Para celebrar as 35 leituras do Clube, o CELEIRO CULTURAL publica, ao longo da semana, o “Especial Clube de Leitura”, uma série com cinco matérias especiais sobre a trajetória da ação cultural. Para começar, vamos conhecer um pouco da próxima leitura do grupo.
“A Mulher que Escreveu a Bíblia” é um pequeno romance em que se fundem as três maiores qualidades do gaúcho Moacyr Scliar: a imaginação, o humor e a fluência narrativa. Ajudada por um ex-historiador que se converteu em “terapeuta de vidas passadas”, uma mulher de hoje descobre que no século X antes de Cristo foi uma das setecentas esposas do rei Salomão – a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade – e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso. Com uma linguagem que transita entre a elevada dicção bíblica e o mais baixo calão, a anônima redatora conta sua trajetória, desde o tempo em que não passava de uma personagem anônima, filha de um chefe tribal obscuro.
Moacyr Scliar recria o cotidiano da corte de Salomão e oferece novas versões de célebres episódios bíblicos. Em sua narrativa, repleta de malícia e irreverência, a sátira e a aventura são matizadas pela profunda simpatia do autor pelos excluídos de todas as épocas e lugares.
Para participar do Clube de Leitura “Ler É Viver”, basta apenas comparecer às reuniões, nos dias e locais combinados previamente. Não é necessário ter lido o livro para participar. Os encontros são mensais, e são os próprios membros do Clube que escolhem as leituras. Para o encontro seguinte, o livro escolhido é “Enclausurado”, de Ian McEwan.

Natal Cultural 2016

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A E.B. Ações Culturais encerrou no último sábado as apresentações culturais dentro da Aldeia do Papai Noel, espaço natalino organizada pela prefeitura Municipal na Praça dos Paiaguás, sob a coordenação da Secretária Municipal de Cultura Fátima Sgarboza.
Durante 29 dias apresentaram-se no palco e na Casa dos Sonhos, igrejas, academias, a Orquestra Caipira de Urubupungá, Coral da Unesp, Teatro, músicos, estudantes, enfim, muita gente talentosa da cidade participou das apresentações que contou com expressivo público e muita animação.
Valeu a pena, esse é o 2º ano que a E.B. Ações Culturais é responsável pelas apresentações. Agradecemos a todos que participaram, apoiaram e torceram pela divulgação da arte e cultura local, que é nosso maior objetivo.

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